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Gala P.PORTO uniu gerações em palco

Presidência

A Casa da Música recebeu, dia 24 de fevereiro, a Gala do 32.º Aniversário do Politécnico do Porto.


O Politécnico do Porto celebrou, no dia 25 de fevereiro, o seu 32.º aniversário, mas foi no dia anterior, sexta-feira dia 24, que decorreu a comemoração, numa longa festa que começou nos jardins da Escola Superior de Educação (ESE) e encerrou na Casa da Música.

Mais de 200 estudantes, docentes e funcionários das oito Escolas responderam ao desafio proposto durante o mês de fevereiro e reuniram-se às 11h30, no jardim da ESE. O objetivo foi a concretização do #LogoHumano32, a construção em larga escala da marca corporativa da Instituição.

A partir das 21h30 deu-se o momento formal de celebração na Casa da Música, com música, teatro, poesia e até ilusionismo. Tudo sob o signo comum do P.PORTO.

"O Politécnico cresceu, está mais adulto", declarou a presidente do P.PORTO, "está mais consciente de si, e sabe o que quer". Essa maturidade, acrescenta Rosário Gambôa, advém de um forte sentimento de união. "Somos uma grande instituição que, ainda que aberta e plural, se identifica a ela própria una e coesa".

Essa unidade vingou na Gala Comemorativa, onde o talento de gerações de alumni, alunos e vários docentes, sobretudo da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, animaram o palco da Sala Suggia. Desde a Orquestra Sinfónica da ESMAE, conduzida pelo maestro António Saiote; a um quinteto constituído por vultos como Pedro Burmester, António Augusto Aguiar, Victor Vieira, Jorge Alves e Filipe Quaresma; ao premiado ilusionista Hélder Guimarães; passando pelo Teatro Frio e os Galandum Galundaina (entre outros); todos trouxeram a boa nova de que passado, presente e futuro são matéria de trabalho e permanente cartão-de-visita do Politécnico do Porto.

A gala foi também oportunidade para a entrega dos prémios de Distinção por 20 anos de Serviço e Dedicação, Bolsa de Estudo por Mérito de Estudante-Trabalhador (Santander) e Bolsa de Estudo por Mérito (DGES).

São 32 anos de história, crescimento e coesão, cujo capital fundamental, acrescenta Rosário Gambôa, “nos permitiu chegar aqui, termos crescido, dado a conhecer ao exterior, revelado, posicionado no país e na cidade”. E isto é "seguramente motivo para estarmos todos felizes e de parabéns".

Autor

gabriela.pocas@sc.ipp.pt

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