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Estudantes sul-coreanos apresentam projetos no P.PORTO

Presidência

Relação entre o Politécnico do Porto e a Coreia do Sul é para continuar depois do final do projeto EKRUCAmI.


Carlos Ramos, Vice-Presidente do P.PORTO, liderou, no dia 18 de outubro, terça-feira, o evento de apresentação dos projetos das cinco estudantes que desenvolveram as suas teses graças à parceria entre o Politécnico do Porto e algumas universidades da Coreia do Sul, parceria da qual o projeto EKRUCAmI é o melhor exemplo.

O EKRUCAmI [Europe-Korea Research on Ubiquitous Computing and Ambient Intelligence] é um projeto europeu no âmbito do programa Marie Curie IRSSES que envolve duas instituições europeias, o P.PORTO e a Universidade de Salamanca, e duas instituições coreanas, a Universidade Católica de Daegu e a Universidade Nacional de Sunchon. O projeto EKRUCAmI, que teve início em 2013 e acaba em dezembro deste ano, visa promover a investigação entre a Coreia e a Europa no âmbito dos ambientes inteligentes com especial foco em três áreas distintas: saúde, agricultura e smart offices.

Professora no departamento de informática do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), sub-directora e investigadora sénior no GECAD [Grupo de Investigação em Engenharia do Conhecimento e Apoio à Decisão], Goreti Marreiros garante que o projeto "foi muito importante para promover a troca de experiências entre os nossos investigadores" porque o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos quatro anos "é bastante interessante".

É por isso mesmo, e com vista à continuação desta troca de experiências, foi submetido um projeto Erasmus Mundus que foi aprovado e que envolve três instituições coreanas — a Universidade Nacional de Sunchon, a Universidade Católica de Daegu e agora também a Universidade Nacional de Sungshin.

"Neste momento temos cá cinco estudantes coreanas, de Sungshin, que chegaram no final de setembro e estão a desenvolver a sua tese no âmbito deste projeto: duas mais ligadas à segurança informática, uma ligada à IoT [Internet of Things], outra à big data e outra ao empacotamento", esclareceu a docente do ISEP.

Autor

miguel.carvalho@sc.ipp.pt

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