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36.º aniversário da Escola Superior de Saúde

ESS

O aniversário da ESS, que decorreu a 23 de setembro, foi assinalado pela mudança para as novas instalações e projetos para o futuro.


A Escola Superior de Saúde vive um momento especial. De celebração do seu aniversário ,mas também de mudança para as novas instalações do Campus 1. É uma trajetória de 36 anos, que culmina na mudança física para um dos maiores pólos europeus ligados à saúde (Asprela) acompanhada pela alteração da própria designação, mais adequada à realidade atual da escola.

Agostinho Cruz, presidente da ESS, está convicto das vantagens. Não apenas esta mudança é uma mais-valia para a escola, será também "a escola a trazer algo de complementar àquilo que existe neste campus", sublinhando aquilo que a distingue: "Somos um escola que oferece um conjunto de atividades que não existem nesta área, nomeadamente em áreas complementares da saúde. A saúde não é simplesmente medicina ou enfermagem, é muito mais do que isso."

Há fortes expectativas no futuro — salienta Agostinho Cruz — que passam pela "criação de um conjunto de sinergias nas quais nos revemos muito" com as unidades hospitalares mais próximas e a possível integração nos Centros Académicos Clínicos. Esta expectativa é partilhada pelo coordenador do Conselho Nacional dos Centros Académicos de Medicina, Sobrinho Simões, que prevê a sua concretização num horizonte mais alargado de "criação de hospitais universitários com instituições afiliadas de ensino superior, de investigação e instituições de assistência".

"É a nossa escola de futuro", declara Rosário Gambôa no Auditório do ISEP, onde decorreram as celebrações, "de esperança de futuro, de espaço, de condições, de dignidade". Por isso, sublinha, "a ESS deve assumir esta fase de transição como uma fase de consolidação e de reforço da soberania, aprofundando a sua capacidade investigativa e de transferência de conhecimento".

Esta foi a ideia chave que perdurou durante o debate, com intervenções de Sobrinho Simões, Alberto Amaral e Pedro Teixeira.

Autor

gabriela.pocas@sc.ipp.pt

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