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No P.PORTO a Fisioterapia foi a casa

Presidência

O programa do P.PORTO de Promoção de Atividade Física procurou combater as consequências do confinamento e do sedentarismo, à distancia de um clique


O ano de 2020 surpreendeu todos com a pandemia do novo Corona Vírus. A Covid-19 levou à suspensão das aulas presenciais e os funcionários do Politécnico do Porto adotaram uma estratégia de teletrabalho. Devido ao confinamento os índices de atividade de física reduziram drasticamente, o que serviu de mote para a implementação do Programa do Politécnico do Porto de Promoção de Atividade Física (4PAF).

Previsto para iniciar no corrente ano letivo em formato presencial, o Projeto 4PAF foi adaptado para funcionar à distância cumprindo os mesmos objetivos de aumento da atividade física e a diminuição dos comportamentos sedentários nos trabalhadores do Politécnico do Porto.

Durante o período de quarentena, estudantes da Licenciatura em Fisioterapia, da Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto, sob a orientação do docente e investigador Rui Macedo promoveram sessões de movimento e atividade física para a comunidade em teletrabalho. As sessões bissemanais, orientadas à distância em modo síncrono foram personalizadas para ir ao encontro das necessidades e objetivos de cada trabalhador. O formato do programa elevou o compromisso dos participantes e permitiu atenuar os efeitos do confinamento. 

Durante 5 semanas os 11 participantes selecionados foram acompanhados pelo seu promotor de atividade física. As avaliações, inicial e final, demonstraram o aumento, não só dos índices de atividade física, durante o confinamento, mas também melhoria de alguns parâmetros da condição física como a força e o equilíbrio.

O programa de promoção de atividade física terminou com uma sessão presencial, realizado com as devidas medidas de segurança, no Parque da Cidade do Porto, permitindo assim que participantes e promotores se conhecessem pessoalmente e conseguissem transmitir as melhores estratégias para uma regular atividade física, mesmo após o término do programa.

O coordenador do projeto declarou que os dados recolhidos na 1ª fase estão a ser analisados no âmbito do mestrado de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde (ESS) que previsivelmente irá culminar com a produção de duas teses no presente ano letivo e eventual publicação de resultados. Referiu ainda que a realização das sessões permitiu que 6 estudantes de licenciatura em Fisioterapia pudessem realizar uma parte significativa do seu estágio que esteve em risco de ser suspenso em virtude das limitações resultantes da pandemia.

A equipa de estudantes-promotores

Ana Pereira, Leila Tomaz, Pedro Quadrado, Sandra Nunes, Sandra Teixeira e Sofia Leão 

Autor

CCIC | P.PORTO

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