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Estudante da ESTG procura diminuir o risco de cheias

ESTG

Sílvia Sotelo desenvolveu uma tese que avalia o risco de inundação da zona ribeirinha da cidade de Amarante e propõe um conjunto de medidas a aplicar no momento de cheias


Sílvia Sotelo, estudante finalista da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) do Politécnico do Porto, no curso de mestrado em Gestão Integrada da Qualidade, Ambiente e Segurança, fará a apresentação pública do seu trabalho final de curso no próximo dia 6 de junho, pelas 11h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Amarante.

No trabalho intitulado A relevância da perceção e da mitigação do risco de inundação nas zonas ribeirinhas do rio Tâmega na cidade de Amarante, Sílvia Sotelo avaliou o nível de perceção do risco de inundação dos comerciantes/habitantes da zona ribeirinha da cidade de Amarante e promoveu a implementação de medidas para minimizar os prejuízos em que incorrem nos momentos de cheias.

Desenvolvida a metodologia de trabalho, Sílvia criou um Manual de Boas Práticas para servir como instrumento de informação e formação para a população residente na zona de risco de inundação. “A população da zona ribeirinha tem consciência dos riscos de inundação”, declara, acrescentando que é necessário “desmistificar algumas ideias sobre os domínios de atuação e missão dos serviços da proteção civil nas áreas afetadas”.

O manual, elaborado em conjunto com o comandante da Proteção Civil, define ainda a constituição e modo de atuação de um grupo de voluntários, para auxiliar essa população na remoção atempada dos bens do interior dos estabelecimentos/habitações.

A questão da prevenção das cheias é uma prioridade antiga no Município de Amarante, uma vez que estes episódios têm sido regulares, causando grandes transtornos aos comerciantes/habitantes da zona ribeirinha e à população da cidade, como aconteceu no início do ano de 2016, em que o caudal do Rio Tâmega subiu de forma acentuada.

Autor

CCIC | P.PORTO

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