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Curso de Robótica marca presença em Santo Tirso

ISEP

O TeSP de Automação, Robótica e Controlo Industrial do ISEP, a escola de Engenharia do Politécnico do Porto já arrancou em Santo Tirso


Depois do êxito da primeira experiência com o Curso Técnico Superior Profissional (TeSP) em Tecnologia Mecânica - Engenharia Mecânica e Mecânica Automóvel, o Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), a Câmara Municipal de Santo Tirso e o agrupamento de Escolas Tomás Pelayo promovem um novo projeto formativo, o curso TeSP em Automação, Robótica e Controlo Industrial. 

Atualmente cerca de 50 estudantes recebem formação em Santo Tirso em duas turmas de Engenharia Mecânica e Mecânica Automóvel, e o primeiro ano de Automação, Robótica e Controlo Industrial.

Este programa colaborativo resulta de um protocolo assinado em 2017 entre o ISEP, a Câmara Municipal de Santo Tirso e o agrupamento de Escolas Tomás Pelayo.

Para Maria João Viamonte, Presidente do ISEP, um dos objetivos do instituto é "adaptar a formação às necessidades concretas do mercado de trabalho",  dando conta de várias áreas que podem ser exploradas, citando o exemplo do "desenvolvimento de software".

Para o autarca de Santo Tirso, Joaquim Couto, a abertura deste segundo curso do ISEP vem comprovar o êxito desta aposta. “Inaugurar um segundo Curso Técnico Superior Profissional do ISEP é o melhor barómetro do sucesso desta parceria. A nossa intenção é trabalhar no sentido de aprofundar a colaboração para que possamos ter uma oferta formativa maior, alargada a outras áreas e noutros formatos como o pós-laboral.”

Os Cursos Técnicos Superiores Profissionais são uma formação de Ensino Superior de dois anos letivos, com uma componente de forte articulação ao mercado de trabalho, dado que no último semestre, o estudante usufrui de um estágio numa empresa ou organização.

Essa articulação entre o ensino e o mercado do trabalho é destacada por Fernando Almeida, diretor do Agrupamento de Escolas Tomaz Pelayo, declarando que esta concelhia "tem muitos estudantes que terminam o ensino secundário pela via profissionalizante” e que é por isso importante “que esta oferta formativa possa ser alargada”.

Autor

CCIC | P.PORTO

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