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COVID-19 | Digital Divide Student Impact

ISCAP

O P.PORTO procura avaliar o impacto da desigualdade tecnológica nos estudantes em tempos de COVID-19


A recente pandemia provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 forçou as Instituições de Ensino Superior a adotar métodos digitais de ensino e aprendizagem, de forma mais permanente. Este contexto de exceção impele-nos a refletir nas metodologias adotadas. Arriscamo-nos a questionar se a educação voltará a ser a mesma e como as tecnologias e os meios digitais passarão a ser parte integrante e essencial do quotidiano.

Durante o primeiro confinamento, segundo dados da UNESCO, 290 milhões de estudantes ficaram sem aulas por questões relacionadas com o Corona vírus. A Universidade de Washington enviou uma mensagem aos seus 50.000 alunos comunicando que as aulas e exames passariam a ser de forma remota. Nos Emirados Árabes Unidos, iniciou-se uma experiência de eLearning. Sob o lema “param as aulas, mas não paras de estudar”, o ministro da educação chinês incentivou o uso do online para todos os níveis de ensino e as Universidades chinesas continuam as atividades de forma não presencial por tempo indeterminado.

Agora, um estudo, do Politécnico do Porto, em parceria com a University of KwaZulu-Natal (África do Sul) visa investigar o impacto que a desigualdade digital teve, durante os períodos de confinamento da pandemia de COVID-19, na transição dos estudantes para o ambiente online.

Rosalina Babo, docente e coordenadora do departamento de informática do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto | ISCAP é a coordenadora do projeto em Portugal e assevera a importância deste projeto para determinar as razões das desigualdades e qual o impacto destas na aprendizagem.

Será que os estudantes têm acesso à internet e a um sistema informático? A localização geográfica interfere na velocidade da internet? Foi feito o investimento necessário para dotar as escolas de plataformas adequadas e seguras?

No ensino superior é já habitual o uso de plataformas de ensino à distância para complemento às aulas presenciais. Mas será que os docentes e estudantes estão preparados para atividades letivas exclusivamente de forma remota?

São muitas as questões que determinam fortemente o sucesso deste ano escolar. Por isso apelamos aos nossos estudantes o preenchimento deste breve questionário:

Inquérito

O preenchimento total do questionário terá uma duração aproximada de 15 minutos. A sua participação é totalmente voluntária e a sua identidade é confidencial

Autor

GCDI | P.PORTO

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