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Alumni P.PORTO alia-se a projeto de reparação de ventiladores

ISEP

O projeto Open Air, criado por um grupo de engenheiros, lançou a plataforma Vent2life, que tem como objetivo reparar ventiladores inutilizados


Nuno Coelho, alumni do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), escola de engenharia do Politécnico do Porto, é um dos impulsionadores do projeto Open Air e da plataforma Vent2life que identifica e repara ventiladores inutilizados.

A Vent2life permite que todas as entidades interessadas, públicas ou privadas, coletivas ou individuais, identifiquem os ventiladores e equipamentos que têm em sua posse, sem utilização ou com necessidades de reparação, para que possam ser reabilitados. A plataforma foi desenvolvida em cerca de uma semana por 24 voluntários e por uma equipa, também voluntária, da OutSystems, que assegurou o apoio técnico e programação do sistema.

Trata-se, assim, de um ecossistema que liga doadores de equipamentos, especialistas capazes de assegurar a recuperação dos ventiladores e as unidades de saúde beneficiárias.

Os fundadores deste movimento estimam que se consiga recuperar 200 ventiladores, atualmente inoperacionais, que se encontram em diferentes locais do país. Alguns deles já foram identificados e estão a ser analisados por especialistas, para que possam ser utilizados no tratamento de doentes graves infetados com Covid-19.

Para fazer o registo dos equipamentos na plataforma, os interessados devem aceder ao website e preencher o formulário indicado. Por outro lado, os especialistas que avaliam a condição dos equipamentos têm de dar provas das suas competências à equipa de gestão da Vent2life.

O Politécnico do Porto, através do ISEP é um dos parceiro deste projeto, que conta ainda com o apoio da Ordem dos Engenheiros Portugueses, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa ou Nova Medical School.

Esta união de esforços pretende dotar os profissionais de saúde dos meios técnicos necessários para prestar os melhores cuidados, no atual contexto de pandemia. Além disso, a equipa da Vent2life está ainda a trabalhar para que o projeto se possa aplicar também a outros países.

Autor

CCIC | P.PORTO

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