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P.PORTO vai melhorar eficiência energética

Presidência

O Politécnico do Porto é um dos contemplados com apoios comunitários para melhorar a eficiência energética.


São 26 os edifícios do Estado Central que vão receber 54 milhões de euros em fundos europeus para reduzir a sua fatura energética.

Nove hospitais, duas universidades, quatro institutos politécnicos, entre os quais o Politécnico do Porto. Em causa estão 54,5 milhões de euros que serão distribuídos por 26 projetos. O Politécnico do Porto viu aprovados dois projetos (484.874,16€ e 228.823,31€, respetivamente) e o Centro Hospitalar Lisboa Norte tem o projeto mais avultado (14,89 milhões de euros).

Os contratos foram celebrados hoje, dia 24 de maio, com a presença de Adalberto Campos Fernandes, Ministro da Saúde, Manuel Caldeira Cabral, Ministro da Economia, e João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente. O Edifício Egas Moniz, no Hospital de Santa Maria, foi o espaço escolhido para apresentar os resultados do primeiro concurso de eficiência energética para os edifícios do Estado. Na primeira fase, que decorreu de 30 de setembro a 28 de dezembro de 2016, foram selecionados 26 projetos promovidos por 17 entidades.

O objetivo destas ações de intervenção é reduzir o consumo de energia destes edifícios, garantindo uma poupança anual média de quatro milhões na fatura energética do Estado, isto porque se espera "uma redução estimada no consumo de energia primária nestes edifícios em mais de 8.862 toneladas equivalentes de petróleo", explica o comunicado com a apresentação da cerimónia de celebração dos contratos.

"Em termos práticos estas intervenções irão promover a instalação de 23.610 m2 de janelas mais eficientes e a colocação de 133.600 m2 de isolamento térmico nos edifícios (onde se inclui a substituição de amianto em 11 dos edifícios intervencionados). Vão permitir ainda a instalação de mais de 4.600 m2 de painéis solares térmicos que, juntamente com outros sistemas de produção de energia através de fontes renováveis, irão garantir uma potência instalada de 5,6 megawatts para autoconsumo. Os investimentos em iluminação mais eficiente possibilitam a diminuição em 2.350 kilowatts de potência instalada", pode ler-se no mesmo comunicado.

Autor

gabriela.pocas@sc.ipp.pt

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